sábado, 16 de abril de 2016

O SEXTO MANDAMENTO E O VALOR DA VIDA - PARTE II


E QUANDO MATAR NÃO SE TORNA PECADO NEM PASSIVO DE MORTE O INFRATOR

 

" Se alguém derramar o sangue do homem, pelo homem se derramará o seu; porque Deus fez o homem segundo a sua imagem." [ Gênesis 9:6 ]

 

Já sabemos segundo as Escrituras Sagradas que matar constitui-se pecado gravíssimo! E isto por conta de duas razões: A primeira porque o homem é obra de Deus. E como Deus é o Autor e Doador da vida só ele tem poder e autoridade de tirar dos homens este bem que ele mesmo concedeu e concede a cada um que vem ao mundo. A segunda razão é porque o homem, macho e fêmea foram criados a imagem de Deus e conforme a sua semelhança. Seres inteligentes, capaz de discernir, fazer foro de julgamento entre o certo e o errado. Apesar de vermos o desmando e desmantelo de tal conduta irracional que vemos pela vida à fora. Em acontecimento trágicos de chacina e morte por motivo banal que tem sido a cada dia comum na sociedade Brasileira.

Então fica-nos claro a luz da Palavra de Deus que uma vez que as criaturas formadas a imagem e semelhança de seu Criador, quando uma vez são acometidas de um crime de morte o infrator e criminoso é passivo de penalidade. Penalidade essa que a bíblia não dar outra punição a não ser a maior delas, a morte. O criminoso ou alguém que tira a vida de alguém por motivo cruel ou banal é passivo de se pagar com a própria vida o crime, delito e dolo cometido.

MAS QUANDO MATAR NÃO É  PECADO NEM CRIME PASSIVO DE SOFRER A MAIOR DE TODAS AS PUNIÇÕES, A MORTE.

 As Escrituras nos trazem exemplos cruciais e que desafia a  obediência do homem a está submissão ao mandamento de Deus, que neste caso estamos tratando acerca do SEXTO MANDAMENTO. " Não matarás." [ Êxodo 20:13 ] Mandamento este que possui implicações seríssimas à vida do homem.

Quatro são os aspectos em que matar não se torna pecado nem crime passivo de morte.

1 - Em caso de criminalidade dolosa;

2 - Em caso de soldados em guerra;

3 - Em defesa própria, protegendo a família ou defendendo outras pessoas;

4 - Em caso de crime acidental, quando não existiu intenção de matar;


No primeiro caso, a justiça e as autoridades devem após julgamento feito com todas as provas, constatado que o infrator cometeu crime de homicídio doloso, quando há intenção de matar, a justiça deve aplicar uma pena a altura de sua infração. E para este tipo de delito diz a bíblia : "... PELO homem se derramará o seu ( sangue )..." Pena de morte claramente explicita na bíblia.

No segundo caso, soldados combatem o inimigo as postas, defendendo o seu país, a nação onde mora. Salvando milhares de pessoas de uma invasão inimiga.

No terceiro caso, de igual modo, em defesa própria ou salvado a família de uma invasão residencial, golpeia o invasor e vem a óbito após tentar fazer mal a família, o chefe da casa ou seja quem for, não será culpado do sangue do invasor. [ Êxodo 22 ]

No quarto e último caso  a pessoa que causa uma morte de maneira acidental, de maneira involuntária, a pessoa quem causou este delito, não será culpada do sangue daquele que morreu. [ Deuteronômio 19:5 ] . Onde antigamente existia as chamadas cidades refúgio pra onde ia os criminosos não doloso. Isto dava tempo pra que as famílias pudessem notar que o ocorrido não tinha passado por um acidente, uma ação involuntária. Não proposital.


Sendo assim, concluímos que a bíblia assevera que somente nesses casos matar não constitui-se pecado tampouco passivo da penalidade de morte do infrator. 

 

Este estudo é parte de uma abordagem bíblica feita pelo escritor Paulo Roberto Batista Anglada, e de Karis Beatriz Anglada Davis / Os Dez Mandamentos - Estudos Devocionais para Crianças  /  2014.

 

Texto : Marcos Silva De Melo.

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