O intuito desta presente abordagem é para nos trazer de forma clara alguns aspectos dos quais a muito que se perderam com o passar dos anos. Farei considerações a vista da abordagem do livro que é Tema do nosso Assunto sobre Adoração De Acordo Com As Escrituras. Trazendo ao leitor o que vem a ser o Princípio Regulador do Culto e as Suas implicações quanto ao assunto adoração.
A resposta sobre o assunto adoração, é tema para uma discussão aberta e justa. Porquanto já diz Terry L. Jonhson que, " Adoração é um assunto que todo cristão deveria se preocupar em saber o que significa. "
Faremos aqui as considerações sobre o assunto pautado em um estudo proferido em uma das palestras do Pr. Paulo Anglada em um dos Congressos, Os Puritanos, em 1997, em águas de Lindória. Tendo como texto básico João 4.19-24 " Senhor, disse-lhe a mulher, vejo que tu és profeta. Nossos pais adoravam neste monte; vós, entretanto, dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar. Disse-lhe Jesus: Mulher, podes crer-me que a hora vem, quando nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai. Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação vem dos judeus. Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade. Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade."
De modo não aprofundado, porém, com o devido cuidado fazemos a seguinte pergunta: O Que Vem A Ser o Princípio Regulador Reformado? E qual a implicação de não se fazer a devida observação quanto a este princípio.
Trago aqui a ilustração do Pr. Paulo Anglada, introduzindo o assunto sobre adoração, diz ele: " O que pensaria os irmãos se durante um culto evangélico o pastor fizesse o sinal da cruz, queimasse incensos para que o ambiente ficasse perfumando, e levasse os pés de alguns irmãos como demonstração de humildade? O que pensariam, se fosse convidados a absterem-se de comer carne na semana chamada "a semana santa", se o pão (melhor, hóstia) fosse distribuído por ocasião da Ceia do Senhor, e lhes fosse requerido que se ajoelhassem para poderem participar dela? Com razão os irmãos condenariam estas atitudes. Por quê? Porque não são bíblicas. As Escrituras não ensinam a fazer o sinal da cruz, a queimar incenso (no culto da nova aliança), jamais instituíram a atitude humilde de Jesus como cerimônia eclesiástica, não requerem nenhuma abstenção de alimentos no Novo Testamento (muito menos na semana santa", que sinal jamis foi instituída como cerimônia religiosa), não requerem que fiquemos de joelhos ao participar da Ceia do Senhor, etc. Tudo isto não passa de tradicionalismo católico-romano, de símbolos, gestos, cerimônias, e práticas eclesiásticas inventadas pelo homem, sem real fundamentação bíblica."
O assunto da abordagem está relacionado com o culto. Mas especificamente com a forma do culto público, ao modo como Deus deve ser adorado. Ao abordar este assunto P. Anglada não trata o mesmo num aspecto exegético, mas, um ensaio sobre a teologia prática. O que, quando aborda o assunto revela não tratar de modo sistêmico a revelação bíblica referente ao assunto, mas, descrever a concepção reformado-puritana do princípio que deve regular a forma do culto público de Deus. Não ignorando a natureza controvertida do mesmo.
Segundo o Pr. Paulo Anglada, não se pode dissociar o ato do culto da vida do adorador. E a isto ele nos traz o texto para iluminar sua afirmativa, quando Jesus inicia um diálogo com a mulher samaritana. " Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito..." [João 4.19-24]. O termo aqui em "espírito" aponta exatamente com a natureza interna do adorador. Que por meio de uma vida genuinamente transformada pelo Espírito de Deus, no interior deste adorador, procede uma adoração pura, sem hipocrisia como os fariseus faziam, os quais por várias vezes veio a ser repreendidos por Jesus. Ritos puramente religiosos a semelhança de um sepulcro caiado.
Contudo, Jesus não pára por aí. Ele resalta, igualmente, a importância da forma de culto, da maneira correta de cultuar a Deus. Afirmando Ele, Jesus, que os que O adoram, devem fazê-lo " em verdade ". " Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e " em verdade ".
Segundo P. Anglada, Jesus está se referindo ao modo de culto, revelado ao Seu povo na Sua Palavra. O Termo " em verdade " denota, segundo a abordagem de P.A., conformação à verdade revelada de Deus. Denota submissão à Sua Palava. Aponta portanto, especialmente, para a conformação às formas externas de culto prescritas por Deus na Sua Palavra.
Os judeus adoravam Aquele que conheciam, por que a eles haviam sido confiados os oráculos de Deus [ Rm. 3.22]. Afinal, a salvação vem dos judeus [Jo. 4.22] - embora que muitos deles faltasse com a sinceridade, ainda que viesse ficar bastante corrompido com acréscimos e negligências. Os samaritanos não tinham a forma, o modo: " vós adorais o que não conheceis ". A referência é da adoração sincretista, deturpada dos samaritanos, que manifestavam ignorância da vontade revelada de Deus com relação ao culto.
Conclui-se que lendo como toda a tenção as Escrituras, tanto o Velho Testamento quanto o Novo Testamentos, atribui-se grande importância quanto a forma, a maneira de se cultuar a Deus, a forma externa de culto público.
Na próxima abordagem estaremos falando sobre a Relevância do Assunto, continuando o estudo em foco O Princípio Regulador No Culto - Adoração De Acordo Com As Escrituras.
A resposta sobre o assunto adoração, é tema para uma discussão aberta e justa. Porquanto já diz Terry L. Jonhson que, " Adoração é um assunto que todo cristão deveria se preocupar em saber o que significa. "
Faremos aqui as considerações sobre o assunto pautado em um estudo proferido em uma das palestras do Pr. Paulo Anglada em um dos Congressos, Os Puritanos, em 1997, em águas de Lindória. Tendo como texto básico João 4.19-24 " Senhor, disse-lhe a mulher, vejo que tu és profeta. Nossos pais adoravam neste monte; vós, entretanto, dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se deve adorar. Disse-lhe Jesus: Mulher, podes crer-me que a hora vem, quando nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o Pai. Vós adorais o que não conheceis; nós adoramos o que conhecemos, porque a salvação vem dos judeus. Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade. Deus é espírito; e importa que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade."
De modo não aprofundado, porém, com o devido cuidado fazemos a seguinte pergunta: O Que Vem A Ser o Princípio Regulador Reformado? E qual a implicação de não se fazer a devida observação quanto a este princípio.
Trago aqui a ilustração do Pr. Paulo Anglada, introduzindo o assunto sobre adoração, diz ele: " O que pensaria os irmãos se durante um culto evangélico o pastor fizesse o sinal da cruz, queimasse incensos para que o ambiente ficasse perfumando, e levasse os pés de alguns irmãos como demonstração de humildade? O que pensariam, se fosse convidados a absterem-se de comer carne na semana chamada "a semana santa", se o pão (melhor, hóstia) fosse distribuído por ocasião da Ceia do Senhor, e lhes fosse requerido que se ajoelhassem para poderem participar dela? Com razão os irmãos condenariam estas atitudes. Por quê? Porque não são bíblicas. As Escrituras não ensinam a fazer o sinal da cruz, a queimar incenso (no culto da nova aliança), jamais instituíram a atitude humilde de Jesus como cerimônia eclesiástica, não requerem nenhuma abstenção de alimentos no Novo Testamento (muito menos na semana santa", que sinal jamis foi instituída como cerimônia religiosa), não requerem que fiquemos de joelhos ao participar da Ceia do Senhor, etc. Tudo isto não passa de tradicionalismo católico-romano, de símbolos, gestos, cerimônias, e práticas eclesiásticas inventadas pelo homem, sem real fundamentação bíblica."
O assunto da abordagem está relacionado com o culto. Mas especificamente com a forma do culto público, ao modo como Deus deve ser adorado. Ao abordar este assunto P. Anglada não trata o mesmo num aspecto exegético, mas, um ensaio sobre a teologia prática. O que, quando aborda o assunto revela não tratar de modo sistêmico a revelação bíblica referente ao assunto, mas, descrever a concepção reformado-puritana do princípio que deve regular a forma do culto público de Deus. Não ignorando a natureza controvertida do mesmo.
Segundo o Pr. Paulo Anglada, não se pode dissociar o ato do culto da vida do adorador. E a isto ele nos traz o texto para iluminar sua afirmativa, quando Jesus inicia um diálogo com a mulher samaritana. " Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito..." [João 4.19-24]. O termo aqui em "espírito" aponta exatamente com a natureza interna do adorador. Que por meio de uma vida genuinamente transformada pelo Espírito de Deus, no interior deste adorador, procede uma adoração pura, sem hipocrisia como os fariseus faziam, os quais por várias vezes veio a ser repreendidos por Jesus. Ritos puramente religiosos a semelhança de um sepulcro caiado.
Contudo, Jesus não pára por aí. Ele resalta, igualmente, a importância da forma de culto, da maneira correta de cultuar a Deus. Afirmando Ele, Jesus, que os que O adoram, devem fazê-lo " em verdade ". " Deus é Espírito, e importa que os que o adoram o adorem em espírito e " em verdade ".
Segundo P. Anglada, Jesus está se referindo ao modo de culto, revelado ao Seu povo na Sua Palavra. O Termo " em verdade " denota, segundo a abordagem de P.A., conformação à verdade revelada de Deus. Denota submissão à Sua Palava. Aponta portanto, especialmente, para a conformação às formas externas de culto prescritas por Deus na Sua Palavra.
Os judeus adoravam Aquele que conheciam, por que a eles haviam sido confiados os oráculos de Deus [ Rm. 3.22]. Afinal, a salvação vem dos judeus [Jo. 4.22] - embora que muitos deles faltasse com a sinceridade, ainda que viesse ficar bastante corrompido com acréscimos e negligências. Os samaritanos não tinham a forma, o modo: " vós adorais o que não conheceis ". A referência é da adoração sincretista, deturpada dos samaritanos, que manifestavam ignorância da vontade revelada de Deus com relação ao culto.
Conclui-se que lendo como toda a tenção as Escrituras, tanto o Velho Testamento quanto o Novo Testamentos, atribui-se grande importância quanto a forma, a maneira de se cultuar a Deus, a forma externa de culto público.
Na próxima abordagem estaremos falando sobre a Relevância do Assunto, continuando o estudo em foco O Princípio Regulador No Culto - Adoração De Acordo Com As Escrituras.

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